Neste blog, além de colocar alguns poemas ou textos de que gosto e que me ajudam, gostaria também de deixar pequenas coisas que vou escrevendo e falar um pouco de mim, da minha vida, da minha fé, da minha relação com Deus e o mundo, com o sofrimento e com a alegria, com a ansiedade e a paz...
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Quero que saibas...

«Quero que saibas que cada vez que
me convidas, eu venho sempre, sem falta. Venho em silêncio e de forma
invisível, mas com um poder e um amor que não acabam.
Não há nada na tua vida que não tenha importância para mim. Sei o que existe no teu coração, conheço a tua solidão e todas as tuas feridas, as tuas rejeições e humilhações. Eu suportei tudo isto por causa de ti, para que pudesses partilhar a minha força e a minha vitória. Conheço, sobretudo, a tua necessidade de amor.
Nunca duvides da minha misericórdia, do meu desejo de te perdoar, do meu desejo de te bendizer e viver a minha vida em ti, e que te aceito sem me importar com o que tenhas feito. Se te sentes com pouco valor aos olhos do mundo, não importa.
Não há ninguém que me interesse mais no mundo do que tu. Confia em mim. Pede-me todos os dias que entre e que me encarregue da tua vida e eu o farei. A única coisa que te peço é que confies plenamente em mim. Eu farei o resto.
Tudo o que procuraste fora de mim só te deixou ainda mais vazio. Portanto, não te prendas às coisas passageiras. Mas, sobretudo, não te afastes de mim quando caíres. Vem a mim sem demora, porque quando me dás os teus pecados, dás-me a alegria de ser o teu Salvador. Não há nada que eu não possa perdoar.Não importa o quanto tenhas andado sem rumo, não importa quantas vezes te esqueceste de mim, não importa quantas cruzes levas na tua vida. Tu já experimentaste muitas coisas, no teu desejo de seres feliz.
Porque é que não experimentas
abrir-me o teu coração, agora mesmo, mais do que antes?»
Madre Teresa Calcutá
sábado, 27 de dezembro de 2008
A Neve
Hoje acordámos com a neve a cair intensamente...Que frio se fazia
sentir quando abrimos as janelas! Flocos de neve "branca"? a
tocar ao de leve no nosso rosto! Uma espécie de "novo Natal" a
chegar para nos acariciar um pouco.
Apressámo-nos a tirar algumas fotos...Temos vários ângulos de visão,
mas a nossa casa está rodeada de outras casas, ainda assim fomos conseguindo!
Já parou de nevar... o astro continua com o tom branco aveludado, misterioso,
como acontece sempre que neva...
Estou no quentinho mas sinto a nostalgia deste dia cheio de beleza de
brancura e de saudade...
"A casa da saudade chama-se memória: é uma cabana pequenina a um canto do coração". (Henrique Maximiliano Neto)
Ontem li este conto e lembrei-me de partilhar alguns extratos, fala de uma neve especial...
..."O frio está lá fora, e a geada, e a noite impenetrável. A Criança anima-se, já esqueceu a decepção, para o ano talvez a deixem lançar o foguete sozinho. Também tem uma história para contar, só está a espera de uma pausa, de um momento mágico em que todos se calem, acaso emudecidos por um anjo que passou deixando apenas a imagem de um dedo imperioso sobre os lábios cerrados. O momento está a chegar por fim, uma a uma calam-se as bocas da Família, e agora ou nunca, a Criança inspira fundo, rompe o silêncio, começa a falar. A Família olha surpreendida, dá alguma atenção, mas não muita nem por muito tempo, não dura, não pode durar, as vozes regressam do silêncio, e é o Pai que lhe corta a narrativa com uma frase que faz rir toda a gente. Uma frase que vai fazer chorar a Criança.
Porque o Menino, a Criança é um menino, levanta-se da mesa, abre a porta, separa-se da Família e desce os três degraus de pedra que conduzem ao mundo. Ali adiante há um muro caiado, baixo, como uma varanda dando para terras ignoradas. A Criança vai debruçar-se sobre o muro, deixa cair a cabeça sobre os bravos cruzados, e o terrível nó das lágrimas desata-se dentro de si. Da casa vem risos e vozes, alguém fala muito alto, e depois ressoam gargalhadas. Ninguém está pensando na Criança.
Faz muito frio. Visto daqui, o céu parece estar feito de veludo negro. E há as estrelas. Duras, nítidas, implacáveis, quase ferozes. A Criança levanta os olhos. Lá estão elas a brilhar. Olhadas através das lágrimas, as estrelas são diferentes. Mundo estranho, estranho mundo, este. Sob os passos da Criança, o chão duro e gelado range. E, em frente, as árvores negras, misteriosas, onde a noite os grandes medos se vão esconder, tomam o ar confidencial de quem conhece todos os segredos futuros, a hora e o lugar onde acontecera o terceiro nascimento, e o quarto, e o quinto, todos os aqueles que ainda esperam a esta Criança, ate mesmo quando de havê-lo sido já não lhe restar memória.
As Crianças estão sempre a nascer. As vezes nascem de explosivas alegrias, de achados incríveis, de deslumbramentos únicos, mas o mais frequente, uma vez após outra, e nascerem de cada tristeza sofrida em silêncio, de cada desgosto padecido, de cada frustração imerecida. Há que ter muito cuidado com as Crianças, nunca me cansarei de o dizer.
Faz muito frio. Visto daqui, o céu parece estar feito de veludo negro. E há as estrelas. Duras, nítidas, implacáveis, quase ferozes. A Criança levanta os olhos. Lá estão elas a brilhar. Olhadas através das lágrimas, as estrelas são diferentes. Mundo estranho, estranho mundo, este. Sob os passos da Criança, o chão duro e gelado range. E, em frente, as árvores negras, misteriosas, onde a noite os grandes medos se vão esconder, tomam o ar confidencial de quem conhece todos os segredos futuros, a hora e o lugar onde acontecera o terceiro nascimento, e o quarto, e o quinto, todos os aqueles que ainda esperam a esta Criança, ate mesmo quando de havê-lo sido já não lhe restar memória.
As Crianças estão sempre a nascer. As vezes nascem de explosivas alegrias, de achados incríveis, de deslumbramentos únicos, mas o mais frequente, uma vez após outra, e nascerem de cada tristeza sofrida em silêncio, de cada desgosto padecido, de cada frustração imerecida. Há que ter muito cuidado com as Crianças, nunca me cansarei de o dizer.
Um dia uma Professora teve uma ideia de Professora e mandou aos seus alunos que fizessem uma composição plástica sobre o Natal. Claro está que não empregou esta linguagem, o que disse foi: «Façam um desenho sobre o Natal. Usem lápis de cores, ou aguarelas, ou papel de lustro, o que quiserem. E tragam na segunda-feira». Uns com lápis, outros com aguarelas, outros com papel recortado, alguns pintando com os dedos, todos cumpriram o melhor que puderam. Apareceu tudo quanto a costume nestes casos: o presépio, os reis magos, os pastores, São José, a Virgem e, inevitavelmente, o Menino Jesus. Bem feitos uns, mal feitos outros, toscos ou esmerados, os desenhos caíram na segunda-feira em cima da secretaria da Professora. Ali mesmo ela os viu e lhes pôs nota.
Ia marcando «bom», «mau», suficiente», como se com esses juízos os marcasse para a eternidade. De repente. Ah, quantas vezes ainda teremos de dizer que é preciso muito cuidado com as crianças! A Professora segura um desenho nas mãos, um desenho que não é melhor nem pior que os outros. Mas ela tem os olhos fixos, está confusa, perturbada: o desenho mostra a invariável manjedoura, a vaca e o burrinho, e toda a restante figuração. Sobre esta cena já sem mistério cai a neve, e esta neve é preta. Porquê?
«Porque?», pergunta a Professora à Menina que fez o desenho. A Menina não responde. Talvez mais nervosa do que quereria mostrar, a Professora insiste. Há na sala os risos cruéis e os murmúrios de troca que sempre aparecem em ocasiões destas. A Menina está de pé, muito séria, um pouco trémula. E responde, por fim: «Pintei a neve preta porque foi nesse Natal que a minha mãe morreu». Fez-se silêncio e a Professora pensou, assim o veio a contar mais tarde: «À Lua já chegamos, mas quando e como conseguiremos chegar ao espírito de uma criança que pintou a neve preta porque a mãe lhe morreu?».
Muitos anos depois de estas histórias terem acontecido, contei-as a uma outra Menina, que me perguntou: «E eles ainda estão tristes?». Nessa altura disse-lhe que sim, que há tristezas que o tempo não consegue apagar, mas hoje conforta-me a ideia de que talvez o Menino do Muro Branco e a Menina da Neve Negra se tenham encontrado na vida, e que talvez por causa deles o mundo já esteja a mudar sem que nós tenhamos dado por isso".
«Porque?», pergunta a Professora à Menina que fez o desenho. A Menina não responde. Talvez mais nervosa do que quereria mostrar, a Professora insiste. Há na sala os risos cruéis e os murmúrios de troca que sempre aparecem em ocasiões destas. A Menina está de pé, muito séria, um pouco trémula. E responde, por fim: «Pintei a neve preta porque foi nesse Natal que a minha mãe morreu». Fez-se silêncio e a Professora pensou, assim o veio a contar mais tarde: «À Lua já chegamos, mas quando e como conseguiremos chegar ao espírito de uma criança que pintou a neve preta porque a mãe lhe morreu?».
Muitos anos depois de estas histórias terem acontecido, contei-as a uma outra Menina, que me perguntou: «E eles ainda estão tristes?». Nessa altura disse-lhe que sim, que há tristezas que o tempo não consegue apagar, mas hoje conforta-me a ideia de que talvez o Menino do Muro Branco e a Menina da Neve Negra se tenham encontrado na vida, e que talvez por causa deles o mundo já esteja a mudar sem que nós tenhamos dado por isso".
(José Saramago - História de um muro branco de uma neve preta - Extractos)
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Hoje é Natal
Dia 24 – VIRGEM MARIA Convida Nossa Senhora a visitar a manjedoura do teu coração e pede-Lhe que coloque nele o Divino Menino. Encurta as tuas conversas e chamadas telefónicas e passa hoje tempo pensando em Jesus, Maria e José.


Desejo a todos os que lerem o meu blog (ou não...) um Natal Feliz!
Cada vez mais tenho a certeza de que Natal existe sim, na fragilidade, na simplicidade, num desejo profundo vindo do coração, de trazer um sinal de Deus à vida dos homes...
Cada vez mais tenho a certeza de que Natal existe sim, na fragilidade, na simplicidade, num desejo profundo vindo do coração, de trazer um sinal de Deus à vida dos homes...
Procura dentro de ti e junto dos teus a alegria e a força para celebrar o Natal...
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Hoje são anos meu Pai
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Dia 22 - ANJOS
Convida os anjos a adorar a Deus como tu desejarias
Obedece cuidadosamente às inspirações do teu Anjo da Guarda
e da tua consciência.

( Já é um pouco tarde hoje, mas não queria desistir agora de continuar o presépio)
Deixo também
um pouco de "Natal" que me foi enviado há pouco...
Na nossa
sociedade faz frio.
E o Natal é
luz e calor!
A humanidade enregela sem o Espírito que é fogo.
Contra o frio do egoísmo, o calor humano.
Contra o frio da ganância, o calor da generosidade.
Contra o frio da indiferença, o fogo da solidariedade.
Contra o frio da solidão, o fogo da proximidade.
Contra o frio do desencanto, o fogo do ideal.
A humanidade enregela sem o Espírito que é fogo.
Contra o frio do egoísmo, o calor humano.
Contra o frio da ganância, o calor da generosidade.
Contra o frio da indiferença, o fogo da solidariedade.
Contra o frio da solidão, o fogo da proximidade.
Contra o frio do desencanto, o fogo do ideal.
(Vasco Pinto
de Magalhães, em "Não há soluções. Há caminhos.")
sábado, 20 de dezembro de 2008
A Chave
Dia 21 - CHAVE
Coloca a chave na porta do estábulo para manter afastados os ladrões.
Não queiras nada na tua vida que te afaste do teu irmão, procura não julgar...
Se possivel utiliza a chave para abrir o teu coração.
Levantei-me cedo neste domingo cheio de sol e falo-vos um pouco do meu sonho que hoje se liga à Paz e à Esperança do Natal!
Ontem houve festa de Natal com a Catequese, foi comovidos e alegres que vimos e sentimos as crianças reunidas à volta da vinda do Salvador, do presépio...
De facto a vida não se mede pela quantidade de coisas ou de palavras mas pela qualidade da alegria que se espalha à nossa volta.
Sou uma mulher de "Esperança"! Acredito que o ser humano foi feito para viver na esperança do novo dia que surge, da vida que se renova e do sol que vem iluminar e aquecer a nossa vida.
Fica um pensamento que me enviaram e que para mim tem muito sentido.
"A noite abre as flores em silêncio e deixa que o dia receba os agradecimentos"
Também eu, tu...

Nascemos, nascemos, nascemos...
Enganam-se os que pensam que só nascemos uma vez.
Para quem quiser ver a vida está cheia de nascimentos.Nascemos muitas vezes ao longo da infância
quando os olhos se abrem em espanto e alegria.
Nascemos nas viagens sem mapa que a juventude arrisca.
Nascemos na sementeira da vida adulta,
ente invernos e primaveras maturando
a misteriosa transformação que coloca na haste a flor
e dentro da flor o perfume do fruto.
Nascemos muitas vezes naquela idade
onde os trabalhos não cessam, mas reconciliam-se
com laços interiores e caminhos adiados.
Enganam-se os que pensam que só nascemos uma vez.
Nascemos quando nos descobrimos amados e capazes de amar.Nascemos no entusiasmo do riso e na noite de algumas lágrimas.
Nascemos na prece e no dom.
Nascemos no perdão e no confronto.
Nascemos em silêncio ou iluminados por uma palavra.
Nascemos na tarefa e na partilha.
Nascemos nos gestos ou para lá dos gestos.
Nascemos dentro de nós e no coração de Deus.
O que Jesus nos diz é: "Também tu podes nascer",
pois nós nascemos, nascemos, nascemos.
José Tolentino Mendonça
Enganam-se os que pensam que só nascemos uma vez.
Para quem quiser ver a vida está cheia de nascimentos.Nascemos muitas vezes ao longo da infância
quando os olhos se abrem em espanto e alegria.
Nascemos nas viagens sem mapa que a juventude arrisca.
Nascemos na sementeira da vida adulta,
ente invernos e primaveras maturando
a misteriosa transformação que coloca na haste a flor
e dentro da flor o perfume do fruto.
Nascemos muitas vezes naquela idade
onde os trabalhos não cessam, mas reconciliam-se
com laços interiores e caminhos adiados.
Enganam-se os que pensam que só nascemos uma vez.
Nascemos quando nos descobrimos amados e capazes de amar.Nascemos no entusiasmo do riso e na noite de algumas lágrimas.
Nascemos na prece e no dom.
Nascemos no perdão e no confronto.
Nascemos em silêncio ou iluminados por uma palavra.
Nascemos na tarefa e na partilha.
Nascemos nos gestos ou para lá dos gestos.
Nascemos dentro de nós e no coração de Deus.
O que Jesus nos diz é: "Também tu podes nascer",
pois nós nascemos, nascemos, nascemos.
José Tolentino Mendonça
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
A nossa força em acção...
Dia 17 - O BURRO
Procura também, conduzir o burro até ao presépio.
Procura também, conduzir o burro até ao presépio.
Oferece ao Deus Menino a tua força física.
Usa-a sempre que possível para o serviço dos outros.
Especialmente os que estão mais perto de ti (é o mais dificil...)

terça-feira, 16 de dezembro de 2008
O Pai...
O dia estava mais quente e cheio de Sol, foi bom ter algum tempo em que estive sozinha e pude pensar... sentido-me serena e livre!
Deixo por isso alguns extractos do "Regresso do filho pródigo" de Henri Nouwen.
Porquê? Porque sim...Porque também eu sou filha deste Pai.
«Quando ainda estava longe, o pai avistou-o e teve compaixão. Correu ao seu encontro, abraçou-o e cobriu-o de beijos».
“Parece que as mãos que tocam nas costas do filho recém-chegado, são os instrumentos do olhar interior do Pai. Este, quase cego, vê muito mais. O seu olhar é um olhar eterno, um olhar que abarca toda a humanidade. É um olhar que compreende o extravio das mulheres e dos homens de todos os tempos e lugares, que conhece, com imensa compaixão, o sofrimento daqueles que optaram por se ir embora de casa…O coração do Pai arde num desejo imenso de levar os filhos para casa.
Quanto desejaria falar com eles, adverti-los dos perigos, convencê-los de que, em casa, podem encontrar tudo o que andam a procurar noutros lugares! Quanto gostaria de os salvar com a sua autoridade paterna e de os ter por perto para nada lhes acontecer!”
”Como Pai, quer que os filhos sejam livres para amar...Esta liberdade inclui a possibilidade de se irem embora de casa… Como Pai, a única autoridade que para Si reclama, é a autoridade da compaixão. Essa autoridade advém-Lhe de permitir que os pecados dos filhos lhe penetrem o coração… A dor é muito profunda, precisamente por o coração do Pai ser muito puro. É a partir desse lugar profundo onde o amor abraça toda a dor humana, que o Pai vai até aos filhos. O contacto das suas mãos, que irradiam luz interior, só procura curar."
"É neste Deus que quero acreditar: Um pai que, desde o princípio da criação, abre os braços numa bênção cheia de misericórdia, sem forçar ninguém, mas esperando sempre; sem deixar cair os braços, e esperando sempre que os filhos regressem para lhes poder falar com palavras de amor e para deixar que os braços cansados repousem nos seus ombros. O seu único desejo é ABENÇOAR."
Para quê?...
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Está frio lá fora...
A neve voltou a chegar cá abaixo! Esta foto foi tirada na varanda do meu quarto logo de manhã.
Agora que chega a noite, o vento sopra forte e me sinto tranquilamente só, recordo alguns momentos bons... Deixo que as recordações me levem longe, o sitio eu nem sonhava que podia existir... Entreguei tudo o que tinha, todo o meu tesouro! A partir daí nada voltou a ser igual na minha vida... Fiquei diferente de facto. Mas hoje na missa fez-me bem ouvir de novo:
" O espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu"...
domingo, 14 de dezembro de 2008
Alegremo-nos
Dia 14 - A LUZOrganiza-te a ti próprio, naquilo que te
parece essencial, a tua vida e as tuas coisas.
Mantem o curral com luz suficiente.
Hoje podemos escutar a “voz” de João Baptista, que nos quer preparar para acolher, Jesus a “luz” do mundo.
E isso não acontece se me centrar sobre mim própria, se não abrir o meu coração à tolerância, ao acolhimento, ao conhecimento cada vez maior da proposta de Jesus, que me chama a participar da Sua Vida.
sábado, 13 de dezembro de 2008
Hoje sábado...
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Choveu e a Serra está nevada...
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