
Neste blog, além de colocar alguns poemas ou textos de que gosto e que me ajudam, gostaria também de deixar pequenas coisas que vou escrevendo e falar um pouco de mim, da minha vida, da minha fé, da minha relação com Deus e o mundo, com o sofrimento e com a alegria, com a ansiedade e a paz...
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Preparar-se

Preparar-se é ter o coração desperto
À espreita de tudo o que nos pode converter!
Em profundidade, para além das emoções
E dos frémitos, esses precisamente
Que se vivem ou se dizem superficialmente
Sem nada em nós mudar em profundidade...
À espreita de tudo o que nos pode converter!
Em profundidade, para além das emoções
E dos frémitos, esses precisamente
Que se vivem ou se dizem superficialmente
Sem nada em nós mudar em profundidade...
Hoje preparámos em ambiente de Natal a festa de anos do papi - obrigada pai porque existe e nasceu numa época tão cheia de ternura.
Preparar-se
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Preparar-se
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Preparar-se
domingo, 19 de dezembro de 2010
Caminhar para Belém

«Todos iam recensear-se, cada qual à sua própria cidade. Também José, deixando a cidade de Nazaré, na Galileia, subiu até à Judeia, à cidade de David, chamada Belém, por ser da casa e linhagem de David, a fim de se recensear com Maria, sua esposa, que se encontrava grávida.
Lc. 2, 3-5
Experimentaremos uma grande alegria se vivermos o Natal de Jesus, ocupados com o Jesus do Natal!
Experimentaremos uma grande alegria se vivermos o Natal de Jesus, ocupados com o Jesus do Natal!
(Foto da net)
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Há vida em mim
... Sofri e amei, não por igual,que a dor já passou
mas o encanto persiste.
Bem feitas as contas,
não me posso queixar.
Há vida em mim.
Este livro, tem sido uma fonte de que vou bebendo um pouco de cada vez... Devagarinho, como quem deseja que a viagem não acabe tão depressa.
Reconheço cada vez mais, que de facto e apesar de
alguns contatempos que vão surgindo, aprendo
a viver vivendo, aprendo a amar amando e aprendo
Bem feitas as contas,
não me posso queixar.
Há vida em mim.
Este livro, tem sido uma fonte de que vou bebendo um pouco de cada vez... Devagarinho, como quem deseja que a viagem não acabe tão depressa.
Reconheço cada vez mais, que de facto e apesar de
alguns contatempos que vão surgindo, aprendo
a viver vivendo, aprendo a amar amando e aprendo
a servir servindo. E assim de facto, há vida em mim...
"Vida em mim" Nuno Lobo Antunes
Foto do meu sobrinho João António, que sempre se esquiva às câmaras
"Vida em mim" Nuno Lobo Antunes
Foto do meu sobrinho João António, que sempre se esquiva às câmaras
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Dia dedicado a Maria
No presépio de Belém, com Maria e José, reconheceram-no os pastores humildes e os magos que verdadeiramente O procuravam. No “presépio” de cada dia, reconhecem-no os que O descobrem nos que mais precisam de companhia e ajuda. Disse-o Ele: “ Vinde, porque tive fome e destes-me de comer, tive sede e destes-me de beber, era peregrino e recolhestes-me, estava nu e destes-me que vestir, adoeci e visitastes-me, estive na prisão e fostes ter comigo.(Tirei este extrato do ABC da catequese, mas é bonito e por isso o coloco aqui)
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
A espera
Este é um tempo de espera... E eu espero!... Tal como espero em tudo o que acredito!
Penso isto em relação a muitas coisas e hoje espero e acredito que virá um pouco de sol...
Estes dias tiveram alguns desafios que foram sendo ultrapassados, o papi (paizinho) adoeceu de novo, dois dias no hospital e a casa ficou mais vazia.
A espera, depois o regresso... Está bem agora, nova medicação para as vertigens que têm surgido com muita frequência.
Senti a necessidade de ser um pouco "mãe da minha mãe", não desejando mais do que uma mãe deseja para para os seus filhos, procurando acalentá-la, sossegá-la, dar-lhe a mão para adormecer.
Deixo um poema, não sei quem escreveu mas gosto porque é simples e natural.
É isto o Natal
A esperança não é
fechar os olhos à realidade;
é olhá-la de frente
para a transformar.
É dizer não à dor,
ao medo e à morte,
ao ódio e à mentira,
à mediocridade.
É inventar gestos e palavras
que ajudem a descobrir os caminhos de encontro
e de busca,
do combate sem armas
pela paz e a harmonia.
É multiplicar perguntas
que obriguem a pensar;
é semear beleza
e alegria
para que todos sintam
o gosto de viver;
é, pela vida fora,
semear o amor.
É isto o Natal!
(Foto tirada pela amiga Zilda)
domingo, 28 de novembro de 2010
A Caminho do Natal
Senhor da Luz que nos convidas à verdade e ao AmorTu disseste “Faça-se a luz”.
E a luz aconteceu, para bem da humanidade!
Faz de mim um pequenino ponto de luz…
Faz com que eu desperte
Em todos aqueles que se cruzam comigo
Um desejo de Te conhecer cada vez mais
Que eu possa ser uma pequenina luz
A apontar para a verdadeira LUZ!
Alice
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Silêncio em Outono
Passei por ali, tudo estava em silêncio...
Em tempo de Outono... um passeio solitário mas sempre desejado... O fascínio que sinto pela natureza, independentemente da fase da vida em que se encontre faz-me parar, fecho os olhos para que, a contemplação posso vir de dentro para fora...
Olho em redor e tudo parece ter sido renovado por este silêncio fecundo e consolador... sinto o coração acalentado por tudo o me que rodeia, pelos tons amarelo e vermelho das árvores em meu redor. Até o ouriço que estava caído por perto, abriu o seu interior para trazer à luz ténue deste fim de tarde umas castanhas que não quer mais guardar para si, mas as entrega num gesto de oferta... E eu recebo, recebo tudo e tudo guardo na minha memória.
Alice
Em tempo de Outono... um passeio solitário mas sempre desejado... O fascínio que sinto pela natureza, independentemente da fase da vida em que se encontre faz-me parar, fecho os olhos para que, a contemplação posso vir de dentro para fora...
Olho em redor e tudo parece ter sido renovado por este silêncio fecundo e consolador... sinto o coração acalentado por tudo o me que rodeia, pelos tons amarelo e vermelho das árvores em meu redor. Até o ouriço que estava caído por perto, abriu o seu interior para trazer à luz ténue deste fim de tarde umas castanhas que não quer mais guardar para si, mas as entrega num gesto de oferta... E eu recebo, recebo tudo e tudo guardo na minha memória.
Alice




domingo, 21 de novembro de 2010
Hoje dia de Cristo Rei

Dia de Cristo Rei, celebrado na Comunidade e a certeza de que o que me salva é o AMOR, o que me salva não é que as coisas custem, o que me salva é dar a vida da forma que eu vou conseguindo, da forma como sou capaz.
Ainda que pareça um pouco ridículo falar-vos disto eu sei que Ele inventa e reinventa novas formas de me fazer acreditar que quer estar comigo para que eu faça o Seu Caminho, para me dar oportunidade ser "Rainha" !
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Hoje, segunda feira
Tudo será renovado pelo amor... E então não haverá mais dor, doenças, tristeza, ou qualquer falta de esperança. Esta é a tónica da liturgia de ontem, Domingo. E é isso que somos chamados a ser e a viver: “dar razão da nossa esperança”. Sabemos que a partir do seguimento de Jesus, é possível melhorar o mundo; é possível esperar contra toda a esperança.
E logo hoje a vida estava a tentar abater-me... as forças faltavam-me, mesmo as forças físicas...
Em dias assim parece que Deus ausenta-se um pouco da minha vida, parece que a minha esperança se torna frágil, parece que a minha vida é um engano de Deus... Muitas vezes não saio, porque não desejo que a existência me faça mostrar que existo. E então... sinto um cansaço de mim própria, da minha existência, do meu ser pessoa cheia de fraquezas e incapaz de enfrentar os meus limites...
Agora à noite em que faço esta reflexão que pode parecer de desânimo e de morte, rezo um pouco, entrego-me nas mãos Daquele que de facto pode dar o sentido a tudo... até ao Alzheimer de que sofre a minha mãe...
Acalmo um pouco, reajo! Dou-me conta de que Deus não deseja afastar-se, sou eu que por vezes me ausento, sou eu que me escapo da sua presença...
Deixo um poema/oração do P. Arrupe s.j. que rezei acabo de rezar.
Não há nada mais prático do que encontrar a Deus;
do que amá-Lo de um modo absoluto, até ao fim.
Aquilo por que estejas enamorado
e arrebate a tua imaginação, afectará tudo.
Determinará o que te há-de fazer levantar de manhã
e o que farás dos teus finais de tarde;
como passarás os fins de semana,
o que irás ler e quem deverás conhecer;
o que te partirá o coração e o que te encherá
de espanto, alegria e gratidão.
Enamora-te, permanece enamorado,
e isso decidirá o resto!
terça-feira, 9 de novembro de 2010
O Menino de sua mãe

Observo o menino sentado no chão... Porquê? pergunto-me. Terá sido longo o seu percurso? Ou simplesmente se sentou para ouvir o canto de um passarinho?Aparentemente ele parece nada recear... e por isso ouso aproximar-me e falar-lhe um pouco... Sento-me ao seu lado, escuto a sua respiração e falo baixinho, com doçura para não o assustar. Falo dos seus olhos cheios de beleza, do chilrear dos passarinhos e do encanto deste dia de Outono.
Será que me entende? Não sei bem, mas a minha intuição "maternal" diz-me que sim pois ele fixa-me com confiança e sorri... Um sorriso cheio de luz!
Passados alguns instantes eis que se levanta e em passos lentos mas decididos prossegue o seu caminho. Ao longe parece-me vislumbrar o final da estrada... alguns passos mais e volta-se acenando com a sua mãozinha pequena...
Faço um pequeno gesto de adeus e procuro reter no coração este encontro que considero simplesmente um dom...
Acordo com o barulho do motor de um carro que passa ao meu lado, abro os olhos... o sono vencera-me e posto de lado o livro que estava a ler tinha adormecido...
Fica a lembrança daquele que para mim sempre será: "o menino de sua mãe".
Alice
(Fotos do meu sobrinho Salvador)
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Eu, Ele e a vida ...
Acredito que, mesmo antes de abrirmos os olhos de manhã, antes de nós olharmos o rosto de Deus e lhe confiarmos o nosso dia, já Ele nos viu e dirigiu o Seu olhar de amor.
Por isso em cada dia que me levanto, esta certeza sustem as minhas pernas sabendo no entanto que a iniciativa é de Deus, é Ele que me levanta e me quer a agir como sinal de esperança contra toda a desesperança que possa surgir.
O vento forte e alguma chuva que hoje se fizeram sentir, levaram-me a ficar todo o dia "presa" em casa... Tinha alguns planos para o meu dia, mas nem essa prisão se tornou incómoda nem desoladora, ou sequer foi um peso... Porque este dia de silêncio foi produtivo e me ajudou a centrar mais profundamente no autor da vida, da minha vida...
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Os olhos e o olhar
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Testamentos de vida e de morte



Uma vida que é feita de surpresas e sonhos, histórias e memórias... Mas também uma vida onde o coração bate e ama, a cabeça pensa e a "alma" reza...
Por isso mesmo aqui fica este artigo.
« Não deverá ser vinculativa uma declaração antecipada de vontade de recusa de tratamentos úteis à salvaguarda da vida.
Volta à ordem do dia a discussão sobre o chamado "testamento vital". Há quem sublinhe a diferença entre a consagração legal deste instituto e a legalização da eutanásia. Mas há também quem receie que desta forma se abram as portas a esta legalização.
Não será justificado esse receio se o testamento vital servir para manifestar a vontade do "testador" no sentido da abstenção de tratamentos inúteis ou desproporcionados (no âmbito da chamada "exacerbação terapêutica"). Mas já não será assim quanto a tratamentos úteis e proporcionados na perspectiva da salvaguarda da vida. Os modelos de testamento vital anexos ao projecto apresentado pelo Bloco de Esquerda são claros a este respeito: aí se contempla a recusa de tratamentos que permitam salvaguardar uma vida sem capacidades de autonomia ou sem "qualidade". Respeitar uma declaração deste tipo é confirmar aquela ideia, subjacente à legalização da eutanásia, de que a vida pode deixar de ser merecedora de tutela quando perde "qualidade". Trata-se de veicular uma mensagem cultural de desvalorização da vida limitada pela doença que não deixa de ter graves consequências sociais.
Dir-se-á que há que respeitar o princípio da autonomia, evitar tratamentos forçados, respeitar uma vontade do doente previamente formulada quando este não a pode manifestar actualmente por estar inconsciente (a sua incapacidade não o faz perder direitos - argumenta-se). Mas é diferente o respeito por uma vontade actual e esclarecida (que não suscita dúvidas sobre o seu sentido autêntico) e o respeito por uma vontade hipotética, com base em declarações prestadas anteriormente num contexto muito diferente do actual (de forma necessariamente pouco esclarecida, precisamente por esse contexto ser diferente do actual). Não se trata apenas de considerar a dúvida sobre a informação a que possa ter tido acesso a pessoa quando formulou essa declaração, ou sobre se a situação em que se encontra agora era, para ela, nessa altura, previsível. Nem também a possibilidade de o estado dos conhecimentos médicos se ter alterado desde então. É que subsiste sempre a dúvida (independentemente do tempo decorrido e da possibilidade de revogação da declaração) a respeito de saber se a pessoa não poderia mudar de opinião.
É sabido como é frequente uma atitude de grande apego à vida nos seus últimos momentos e diante da revelação de uma doença, mesmo da parte de quem havia manifestado uma atitude contrária quando se encontrava são. Tem sido evocado o exemplo da médica francesa Silvie Ménard, que rasgou o seu testamento vital depois de lhe ter sido diagnosticado um cancro, porque passou a querer "lutar" até ao fim. E um caso ocorrido num hospital de Cambridge em Julho deste ano também é significativo: estavam os médicos para desligar um aparelho que mantinha em vida Richard Ruud, um homem paralítico e inconsciente devido a um acidente, baseados numa declaração de vontade que este havia formulado verbalmente alguns anos antes a propósito de um amigo também vítima de um acidente análogo; quando ele, através do abrir e fechar de olhos, manifestou a sua oposição, que veio a ser atendida. Afirmou, então, o pai, que tinha autorizado os médicos a desligar o aparelho: "Estou feliz por lhe ter sido dada a oportunidade de sobreviver. Decidir se um filho deve, ou não, viver é quase impossível".
Está em jogo o mais fundamental dos bens e a mais claramente irreversível de todas as decisões. "Há solução para tudo menos para a morte" - diz o povo. Depois da morte, não há nada a fazer. Depois de salva a vida, quem disso beneficia sempre poderá pôr-lhe termo pelos seus próprios meios (o que até será pouco provável). Mais vale, pois, salvar uma vida do que tomar uma decisão irreversível que conduz à morte sem a certeza absoluta de que seria essa a vontade do doente. Esta dúvida há-de subsistir sempre. Rege aqui o princípio in dubio pro vita.
Por isso, não deverá ser vinculativa, nem deverá ser observada, uma declaração antecipada de vontade de recusa de tratamentos úteis e proporcionados na perspectiva da salvaguarda da vida. Só assim o testamento vital não será uma porta aberta à eutanásia. »
Artigo do Público, 2010-10-25 Pedro Vaz Patto
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Oração

Senhor!
Desejo olhar-te enquanto me lavas os pés...
Quero falar-Te neste momento em que sinto que me ouves, porque o teu olhar se fixa em mim com ternura!
Necessito e desejo silenciar a minha vida, os meus medos e as minhas paixões…
Ensina-me o dom do silêncio fecundo, que em Ti e Contigo, adquire o novo sentido da oferta.
Necessito e desejo esvaziar-me de tantas coisas, que pelo excesso, retiram a liberdade à minha existência…
Ensina-me o dom da sensatez que me enche de Ti, porque só de Ti precisa, para viver a fecundidade de me abrir, acolher e escutar o outro.
Necessito e desejo fazer desabrochar no meu coração um amor que viva e se alimente da Tua presença na minha vida…
Ensina-me o dom da gratidão e da entrega nas Tuas mãos de Pai e Amigo, cujo abraço dura para sempre.
Alice
sábado, 16 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Falar da alegria
A alegria que provém da compaixão é um dos segredos mais bem guardados da humanidade. É um segredo só conhecido de muito poucas pessoas, um segredo a descobrir continuamente. Eu, pessoalmente, tive umas «amostras» dela. Quando vim para Daybreak, uma comunidade com pessoas com deficiências mentais, pediram-me para passar algumas horas com Adam, um dos membros deficientes da comunidade. Todas as manhãs, tinha que o levantar da cama, dar-lhe banho, barbeá-lo, escovar-lhe os dentes, dar-lhe o pequeno-almoço e levá-lo para o lugar onde ele passa todo o seu dia. Durante as primeiras semanas, quase tive medo, sempre preocupado com não fazer nada mal ou com que ele tivesse algum ataque epiléptico. Mas, pouco a pouco, fui ficando mais calmo e comecei a apreciar a nossa rotina diária. Com o passar das semanas, descobri que já era com ansiedade que esperava por aquelas duas horas que passava com o Adam. Sempre que pensava nele durante o dia, experimentava um sentimento de gratidão por o considerar meu amigo. Embora ele não fosse capaz de falar e nem sequer de fazer um sinal de agradecimento, havia um autêntico amor entre nós. O meu tempo com Adam tornara-se o tempo mais precioso do dia. Quando uma visita amiga me perguntou um dia: «Não poderias passar melhor o tempo que a trabalhar com um homem deficiente? Foi para fazer esse tipo de trabalho que tiraste o teu curso?», compreendi que não era capaz de lhe explicar a alegria que o Adam me trazia. Ele tinha que descobrir isso por si mesmo. A alegria é o dom secreto da compaixão. Continuamos a esquecer-nos disso e inconscientemente procuramo-la em outros lugares. Mas, cada vez que voltamos para onde existe a dor, conseguimos uma nova «amostra» de alegria que não é deste mundo.
Henri Nouwen, Aqui e Agora
Meus sobrinhos... Minha alegria!O que é a alegria?
Talvez uma forma de estarmos mais abertos à alegria é estarmos também mais abertos ao mistério de Deus. A alegria surge, quando ainda pode haver a surpresa.
Quando achamos que temos a última resposta, pouco sobra para a alegria, pouco sobra para Deus.
Talvez uma forma de estarmos mais abertos à alegria é estarmos também mais abertos ao mistério de Deus. A alegria surge, quando ainda pode haver a surpresa.
Quando achamos que temos a última resposta, pouco sobra para a alegria, pouco sobra para Deus.
Manuel Vilhena (extracto de artigo)
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