segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Em tempo de Advento

Mateus 8, 5-11
«Entrando em Cafarnaúm, aproximou-se dele um centurião, suplicando nestes termos: «Senhor, o meu servo jaz em casa paralítico, sofrendo horrivelmente.» Disse-lhe Jesus: «Eu irei curá-lo.» Respondeu-lhe o centurião:
«Senhor, eu não sou digno de que entres debaixo do meu tecto; mas diz uma só palavra e o meu servo será curado.  Porque eu, que não passo de um subordinado, tenho soldados às minhas ordens e digo a um: ‘Vai’, e ele vai; a outro: ‘Vem’, e ele vem; e ao meu servo: ‘Faz isto’, e ele faz.»

Jesus, ao ouvi-lo, admirou-se e disse aos que o seguiam: «Em verdade vos digo: Não encontrei ninguém em Israel com tão grande fé! Digo-vos que, do Oriente e do Ocidente, muitos virão sentar-se à mesa do banquete com Abraão, Isaac e Jacob, no Reino do Céu.»


domingo, 29 de novembro de 2015

Saber-se esperado

Poema

É bom saber que esperas por todos!
Senhor, ninguém vive tão à espera como tu!

Na tua bondade esperas por todos:
pelos que estão longe e pelos que estão perto.

Pelos que se lembram
e pelos que têm o coração submerso no esquecimento mais fundo.
Pelos que todos os dias te rezam: ‘Vem Senhor’
e por aqueles cuja oração é silenciosa ou com pouca serenidade.

É bom saber que esperas por todos.
E que na imensidão amorosa da Tua espera,
cada um pode reaprender o sentido verdadeiro da esperança.

Adaptada por mim para Eucaristia com crianças
P. Tolentino Mendonça, Um Deus que dança, 57.

Weihnachtskerze 

Tudo fica diferente ao ler e refletir este poema! Enquanto espero, já não sou eu que espero, porque Ele, o Senhor, espera por mim.  
É assim que ao começar este advento, a espera se faz nova bênção, a vida fica mais leve e a cada momento de alegria, ganha sentido. 
Aqui ao lado, o meu pai vai dormindo, neste seu tempo em que a esperança é uma luz ténue, e a alegria por vezes esmorece tal como a vela quando já não quer mais iluminar...