segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Em Jesus de Nazaré, Deus fez-Se homem

«Admiravelmente, «o Verbo fez-se carne» (Jo 1, 14). Assim, a partir de dentro, do melhor útero da nossa humanidade, e, entre nós, Deus quis abraçar e respeitar a «difícil bênção da contingência» (E. Salmann).

(...) Há tanto a colher e a acolher neste dizer-se do Verbo enquanto se faz carne. Em Jesus de Nazaré, Deus fez-Se homem – verdadeiro homem, com todos os ritmos e lugares da condição humana, porque «a humanidade do Filho de Deus é a sua carne em con-tacto com o mundo, con-sentindo com o mundo». E fez-se homem de verdade, por realizar a nossa humanidade tão verdadeiramente, sem a mentira do pecado.

(...) Se Deus é capaz de nós, encarnando, nós, na nossa carne e no mundo onde nos reconhecemos em casa, somos capazes de Deus, porque, Ele próprio, nos faz assim capazes».

P. José Frazão Correia sj
(A justa relação com a vida ou a graça de viver como filho - extratos)

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