O dia estava mais quente e cheio de Sol, foi bom ter algum tempo em que estive sozinha e pude pensar... sentido-me serena e livre! Deixo por isso alguns extractos do "Regresso do filho pródigo" de Henri Nouwen. Porquê? Porque sim... Porque também eu sou filha deste Pai. «Quando ainda estava longe, o pai avistou-o e teve compaixão. Correu ao seu encontro, abraçou-o e cobriu-o de beijos». “Parece que as mãos que tocam nas costas do filho recém-chegado, são os instrumentos do olhar interior do Pai . Este, quase cego, vê muito mais. O seu olhar é um olhar eterno, um olhar que abarca toda a humanidade. É um olhar que compreende o extravio das mulheres e dos homens de todos os tempos e lugares, que conhece, com imensa compaixão, o sofrimento daqueles que optaram por se ir embora de casa… O coração do Pai arde num desejo imenso de levar os filhos para casa. Quanto desejaria falar com eles, adverti-los dos perigos, convencê-los de que, em casa, podem e...